ENTREVISTA DE JOHN FRUSCIANTE PARA O RESIDENT ADVISOR [PT/BR] - MAIO 2015
No último dia 5 de maio, foi liberada uma grande entrevista que John concedeu ao Resident Advisor sobre seu novo rumo na música.
ENTREVISTA DE JOHN FRUSCIANTE PARA A GROOVE [PT/BR] - MAIO 2015
John Frusciante foi entrevistado pela revista alemã Groove para a edição de maio-junho/2015.
UF INTERVIEWS/ENTREVISTA: NICOLE TURLEY
Entrevista exclusiva para o UF com a Srª Frusciante, Nicole Turley!
ENTREVISTA DE JOHN FRUSCIANTE PARA A AMPED MAGAZINE
John foi recentemente entrevistado por Stephen "SPAZ" Schnee, da revista Amped Magazine. A matéria foi postada no último dia 19 de março no blog oficial da revista. Em PT/BR.
ENTREVISTA DE JOHN FRUSCIANTE PARA A GUITAR PLAYER
John concedeu entrevista para a edição de abril da revista Guitar Player onde ele fala sobre por que deixou os Chili Peppers, sua nova fase na música eletrônica e mais. Em PT/BR.
ENTREVISTA DE JOHN FRUSCIANTE PARA A PREMIER GUITAR
Dia 03/mar/2014 foi publicada uma matéria com uma longa entrevista com John Frusciante no site da revista americana Premier Guitar. Confira a entrevista traduzida em PT/BR.
ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O BLACK KNIGHTS
O Universo Frusciante mais uma vez entrevista pessoas que fazem parte do "universo Frusciante". Confira a entrevista que fizemos com o grupo Black Knights.
John Frusciante em
JOHN FRUSCIANTE EM "THE HEART IS A DRUM MACHINE" - LEGENDADO (PT/BR)
Legendamos o depoimento de 45 minutos de John ao "The Heart is a Drum Machine", um documentário de 2008 de Christopher Pomerenke, que faz a pergunta: "O que é música?".
ENTREVISTA EXCLUSIVA COM BRAM VAN SPLUNTEREN
ENTREVISTA EXCLUSIVA COM BRAM VAN SPLUNTEREN
Entrevistamos Bram Van Splunteren, ninguém mais ninguém menos que o maior documentarista da história do RHCP. Ele documentou o antes e o depois de John em 1994.
Nova entrevista de John para a Billboard (PT/BR)
ENTREVISTA DE JOHN PARA A BILLBOARD (PT/BR)
Confira a tradução completa da forte entrevista que John Frusciante deu para a Billboard, publicada no site no dia 19 de agosto de 2013.
Sessão de fotos de John Frusciante - Por Mike Piscitelli
SESSÃO DE FOTOS DE JOHN FRUSCIANTE - POR MIKE PISCITELLI
O fotógrafo Mike Piscitelli liberou uma galeria de fotos de John Frusciante em seu site.
As fotos foram tiradas em Julho de 2012.
Entrevista Exclusiva com Toni Oswald
ENTREVISTA COM TONI OSWALD CONCEDIDA PARA O UNIVERSO FRUSCIANTE
John e Toni viveram um tempo mágico juntos na adolescência. Hoje os dois compartilham uma paixão pela Arte.
John Frusciante em 45º
GUITAR WORLD
A revista elegeu Eddie Van Halen como o maior guitarrista de todos os tempos.
John Frusciante aparece em 45º.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Duran Duran divulga faixa com John Frusciante e análise sobre sua participação em novo álbum

Nos preparativos para o lançamento do álbum Paper Gods, previsto para o dia 11 de setembro, a banda Duran Duran divulgou algumas faixas do novo disco em sua conta oficial no Youtube. Entre elas, está "What Are the Chances?", que tem participação de John Frusciante. A banda também publicou em seu site um "track-guide" feito por Lori Majewski, uma renomada especialista em bandas dos anos 80, para falar de cada faixa do disco. Confira abaixo a faixa com participação de Frusciante e a análise sobre as duas faixas que ele participa:




7. What Are the Chances?  
Você se lembra da primeira vez que ouviu "Ordinary World"? De como você a adorou imediatamente e tão completamente? De como a guitarra chorando e as letras melancólicas de Simon te fizeram perceber que o Duran Duran não estava sozinho, mas era uma banda de massa, com um apelo misto que poderia tornar fã cada ser humano no planeta Terra (até monges)? "What Are the Chances?" (Que Hudson diz que foi quase intitulada "A Diamond Explodes") é a "Ordinary World" do Paper Gods, uma elegia que é tão eterna quanto moderna, tão solene como esperançosa. Destinada a ser uma das favoritas dos fãs, é uma balada cintilante que contém uma pancada emocional graças, em grande parte, a deslumbrante guitarra virtuosa de John Frusciante (não pode ser mensurada tamanha beleza que ele trouxe para Paper Gods), bem como Davide Rossi, violinista da Goldfrapp, e o arranjo de cordas de Josh Blair. Enquanto eu sou uma grande fã de Red Carpet Massacre (álbum maciçamente subestimado) e All You Need Is Now, agora há uma qualidade quase escolhida a dedo nas contribuições dos músicos convidados em Paper Gods que o coloca em um plano superior.
10. Butterfly Girl 
Outra música que faz você querer dançar, "Butterfly Girl" sobe nas asas da guitarra ainda mais incendiária de Frusciante, bem como nos backing vocals da cantora de suporte de longa data do Duran Duran, Anna Ross, que faz lembrar de "Come Undone", com a voz interior de uma mulher que está afundando um pouco demais em sua miséria pós-separação. A banda sempre teve uma propensão para misturar vocais femininos com Simon - desde o "ta-la-la-la" de "The Reflex" até a contribuição estranha de Kelis em "The Man Who Stole a Leopard"- mas em Paper Gods, isso é mais do que um papel de apoio.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

"Ele está começando a pegar sua guitarra de novo" diz Duran Duran sobre John Frusciante

























Em recente entrevista para a Rolling Stone americana, a banda Duran Duran, que John Frusciante colaborará em duas faixas para o novo álbum Paper Gods, falou sobre essa participação e deu uma possível pista sobre o futuro de John como músico. John Taylor, baixista da banda, disse que John está escolhendo a guitarra novamente após ter estado envolvido com a música eletrônica. Vale lembrar que John disse após o lançamento de Enclosure, em 2014, que o álbum era seu último discurso no estilo de música que ele estava fazendo, além do simbolismo da capa. O álbum Paper Gods tem previsão de ser lançado no dia 11 de setembro. Veja o trecho da entrevista em que a relação com John Frusciante é descrita:

Como vocês se aproximaram de John Frusciante?
John Taylor: Ele me mandou um email e disse: "Eu ouvi que vocês estão gravando um álbum - eu sempre quis tocar em um álbum do Duran Duran!". Ele não estava realmente tocando guitarra, tem se envolvido muito com música eletrônica, mas ele estava começando a pegar sua guitarra de novo. Ele me disse que quando era criança, antes de começar a tocar, ouviu "Save a Prayer" no rádio e pensou: "Se eu tocar música, eu queria que fosse assim". Uma coisa bonita de se dizer. Portanto, nós fomos parte de seu processo em voltar para a guitarra.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

UF ENTREVISTA: VINHETEIRO


O projeto UF Entrevista volta à ativa. E voltou com um dos melhores instrumentistas do Brasil. Nosso entrevistado de hoje é Fabrício di Paolo, amplamente conhecido na mídia como “Vinheteiro”. Ele faz grande sucesso no Youtube, onde há muitos anos faz vídeos tocando músicas bem conhecidas em seu grand piano e também em outros instrumentos de teclas. E, para quem tem interesse em sintetizadores e programação, o Universo Frusciante realizou essa entrevista com ele que é muito fluente no assunto e, inclusive, vem recentemente se dedicando ao estudo e análises de sintetizadores em seu canal. Com certeza muita gente aqui também é grande fã desse magnífico músico (assim como eu) e gostará muito dessa entrevista. Confira:


Como você se aproximou da música? Qual foi o primeiro instrumento que ganhou?

Eu era fã do Pernalonga, do Pica-pau e do Mickey. Desenhos da década de 30, 40 e 50. E esses personagens sempre tocaram piano, dessa maneira quis aprender a tocar. O primeiro piano que tive contato foi um teclado Casio de brinquedo de uma oitava só, com teclas pequenas de 1983, trazido dos EUA. Não havia instrumentos importados no país antes do governo Collor. Foi comprado um piano acústico para minha irmã em 1984 e esse foi o primeiro instrumento de verdade que tive contato.

De onde vem o nome “Vinheteiro”?

Aprecio pornografia desde os anos 80 e gosto de tocar músicas cujos compositores são rostos desconhecidos, tais quais como as vinhetas. Juntei minhas duas paixões e lancei meu nome.

A internet, em especial o Youtube, sempre foi um canal de divulgação que você considerava ou o grande sucesso que você tem hoje nessa plataforma veio por acaso?

Um dia um amigo meu me viu tocando a música dos Simpsons e disse que eu precisava filmar aquilo e postar na internet, que eu pegaria muita mina fazendo isso. Eu não acreditei. Depois de um ano de tanta insistência resolvi postar na internet, pois eu nunca consegui emprego como pianista particular em restaurantes e festas. Continuei sem pegar as mina gatas, mas gerou algumas visitas. Em 2008, a música dos Simpsons gerou 13 visitas no primeiro dia. Para quem nunca tinha tocado nem em recitais de professores era um número expressivo. No fim do mês, tinha cerca de 400 visitas o vídeo, e 400 visitas é uma surra na sala São Paulo! E resolvi postar mais alguns vídeos. Essa é uma longa história…Pois parei de postar, e só voltei a postar em 2010, que foi a época em que eu postava pra ser visto mesmo. 



Como é ser pianista no Brasil? Por ser um instrumento clássico, isso fecha muitas portas para projetos populares?

Nesses anos que se passaram descobri que não existe a profissão de pianista. Não existem lugares pra tocar. Não existem pianos em locais públicos, e eu também raramente encontro um piano na casa de alguém. Atualmente os pianos são apenas decorativos, raramente afinados. Acredito que a profissão de pianista tenha terminado quando acabou o cinema mudo. Acredito que foi por volta de 1930, não sei ao certo. O que mais me entristece é que não conheço pianistas. Sinto-me como se eu fosse uma raça extinta, um vampiro solitário, o último de sua raça navegando sozinho no Youtube. De quando em quando vejo algum pianista ou outro em jornais impressos ou revistas impressas, mas quando param de pagar a assessoria de imprensa eles logo desaparecem como um grão de areia no deserto.

Você faz produção de material musical a pedidos como vinhetas, trilhas sonoras, produção musical em geral, etc. Há muita demanda de projetos atualmente? Como o público reage ao valor do orçamento?

Sim! Tenho um pequeno estúdio com computadores muito possantes que substituem orquestras de mais de 100 músicos. Porém, hoje em dia, como em todas as profissões, existe um excesso de profissionais não capacitados que trabalham gratuitamente ou por cachês enfadonhos estragando o mercado.  Dessa maneira as pessoas sempre desgostam dos orçamentos por mais baixos que sejam.

Vimos no seu canal, além de muitas trilhas de filmes, desenhos e games, várias referências à música eletrônica do começo dos anos 2000. Assim como eu e muita gente, creio que você também acredita que esse foi o auge do estilo. Você viveu essa época já interessado ou se interessou por música eletrônica apenas depois?

Sempre me interessei pela música eletrônica, que, aliás, é o meu gênero preferido. Não existe auge na música eletrônica, pois a música eletrônica é o futuro da música. Na música eletrônica não é preciso aguentar membros chatos de uma banda, aguentar atrasos de músicos, suportar músicos tocando acordes de sétima na guitarra e dizendo que é uma tríade simples maior. Podemos dizer que os anos 2000 foi o auge do EURODANCE, que é um gênero que já morreu. Que, aliás, é o meu gênero preferido. Quem sabe um dia ele volta? Hoje estamos no auge do Progressive House e do Dutch. Que graças a deus é um estilo musical que aprecio muito e é o que tenho trabalhado arduamente para lançar.



Você considera a música eletrônica como a música do futuro. Na sua visão, o quanto computadores e programação poderão substituir instrumentos analógicos? Será que o feeling irá sobreviver?

Sim. A música eletrônica é o futuro da música. É muito chato ter que estudar 20 anos de violino pra conseguir tocar uma nota longa que preste. É muito melhor gravar essas notas longas em samples e fazer grandes bibliotecas de kontakt para que eu possa substituí-las por linhas MIDI que não vão atrasar na hora do ensaio, ou me cobrar cachê, ou errar articulações. Porém, uma tradição como tocar um instrumento nunca vai sumir por completo porque sempre tem um louco igual a mim para estudá-los diariamente. Se até hoje existem pessoas que tocam alaúde e cravo, vai demorar para a tradição de tocar instrumentos ser extinta por completo. Lembrando que a música eletrônica não tem absolutamente nada de digital. Se fizermos uma linha MIDI mal sequenciada, usando um sintetizador com poucos parâmetros regulados, e essas linhas melódicas se tornarem digitais demais, ela não costuma sair do pen drive do compositor, caracterizando uma música de gaveta que ninguém nunca vai ouvir porque ela está mal produzida. Normalmente uma música mal sequenciada vem acompanhada de um péssimo arranjo e uma mixagem de quinta categoria. A música mal produzida tem todo esse blend como se fosse um uísque escocês.

Sobre sintetizadores, controladores e workstations, qual foi o primeiro que você teve? Qual é a característica que te interessa nesses instrumentos e qual é o seu preferido?

O primeiro sintetizador que tive foi um plugin, chamado Sylenth1. Comprei um computador novo, e ele não rodava mais, aí adquiri o Spire e o Massive que são os meus sintetizadores preferidos. Também gosto do Kontakt, mas ele é um sampler. O que não deixa de ser um sintetizador. As características que me interessam nos sintetizadores são a interface deles e a facilidade de criar um timbre do zero, pois PRESETS PRONTOS NÃO PRESTAM PRA NADA. Também possuo um controlador MPK 49. Não consigo enxergar utilidade atualmente para sintetizadores de hardware. Já me esforcei muito, mas realmente não encontrei.

Recentemente você tem postado muita coisa relacionada a sintetizadores no seu canal, desde demonstrações de músicas ao vivo até exploração de timbres e formas de ondas via determinado tipo de equipamento, que você também faz reviews. O que te levou a isso? Foi apenas para levar uma curiosidade ao público ou você acha que o contato com a síntese pode complementar o conhecimento de qualquer músico?

Como estou finalmente terminando meu projeto de EDM e finalmente lançarei minhas músicas autorais, estou mudando gradualmente a programação do meu canal para atrair DJs e apreciadores de EDM. Por isso estou falando mais de equipamentos de estúdio ultimamente. A síntese em si infelizmente é uma área do áudio onde todos os produtores pensam que sabem para quê serve cada knob/fader do sintetizador, mas não sabem nem o que é um envelope de volume. Postei alguns vídeos informativos para dar uma luz para as pessoas que tem a humildade de reconhecer que não sabem criar um determinado timbre. Mas humildade é uma característica rara em músicos. Os mais sapientes e espertos aproveitarão os meus tutoriais/demonstrações e pouparão tempo sem ter que quebrar a cabeça usando presets prontos que não prestam pra absolutamente nada. Lembrando que um timbre por mais lindo que ele seja, na mixagem ele soará diferente.

Quais são seus próximos projetos?

Lançamento dos meus Progressive House. Acredito que esse ano eu consiga lançar meu projeto autoral. 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

John Frusciante irá participar de duas faixas do novo álbum do Duran Duran


Como anunciado aqui no começo do ano passado, John Frusciante estava colaborando com o novo álbum do Duran Duran. Mas só agora foi anunciado o nome e o tracklist do álbum, Paper Gods, que será lançado dia 11 de setembro de 2015 tem Frusciante creditado comandando a guitarra em duas faixas "What Are The Chances?" e "Butterfly Girl".


Anúncio oficial do Duran Duran sobre participação de John Frusciante no novo álbum - postada em abril de 2014

"Nós estávamos segurando esta bela notícia porque estávamos esperando para lhe dar mais detalhes quando anunciamos oficialmente, mas como ela vazou, pegando a gente de surpresa, agora iremos confirmar... sim, é verdade , o extraordinário e talentoso John Frusciante realmente colaborou em nosso álbum a partir de sua casa na Califórnia. As faixas foram indo e voltando através da internet, e estamos muito contentes com os resultado. Somos todos grandes fãs do trabalho de John e estamos honrados em tê-lo adicionando sua magia para o álbum! Não há planos atuais para John fazer a turnê com a gente, mas suas guitarras estão incríveis.
Com a esperança de ter mais novidades para vocês em breve."

- Simon, John, Nick & Roger

quarta-feira, 17 de junho de 2015

The Almighty, do Black Knights, é lançado



























Foi liberado nesta terça (16) o álbum The Almighty, segundo do duo de rap Black Knights em parceria com John Frusciante. O álbum é o segundo da trilogia que começou com Medieval Chamber (2014) e terminará com All Skills No Luck, ainda sem previsão de lançamento. Frusciante participa da produção do álbum, criando as texturas e instrumentais eletrônicas, além de tocar guitarra e cantar em várias faixas. O álbum sai pela Record Collection e você pode adquiri-lo em forma de vinil, CD e digital na loja online do site do Black Knights. 

Tracklist de The Almighty:

01 - The Truth 
02 - Hood Liberator (feat. The Reverend Willy Burks) 
03 - World Renowned 
04 - New Day 
05 - Understanding (They Got Love) [feat. Prodigal Sun]
06 - Roundtable Discussion (feat. Trickfinger)
07 - Ahead of My Time 
08 - Darts of War (feat. Phoenix Flame)
09 - Non-Believers 
10 - Reptables (feat. John Frusciante) 
11 - Highrising 
12 - Techniques & Shockwaves (feat. Kinetic) 
13 - Hard to Be 
14 - Finish Line (feat. RZA, Prodigal Sun, Leggezin, Roe)
15 - The Almighty 
16 - Gang Related [Japanese Bonus Track]
17 - The Devil's Pig [Japanese Bonus Track]

Ouça o álbum completo (com algumas faixas bonus e extras):

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